sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Cosplay na Campus Party!

Um concurso de Cosplay movimentou a Área de Jogos da Campus Party Brasil na noite de quinta-feira. Por volta das 23h30, cada um dos candidatos subiu ao palco e dançou durante cinco minutos. Ao final da apresentação, o público escolheu o campuseiro com a melhor roupa.





A vencedora, Camila Alves, de 25 anos, se apresentou por bons 3 minutos interpretando a personagem Megurine Luka, do software ‘Vocaloid’. Os outros dois premiados tinham fantasias inspiradas no quadrinho de Batman – o cosplay de Harley Quinn ficou com o 2º lugar e o Coringa, que fez uma pequena dramatização no palco, levou a 3ª colocação.




 Sobre o Cosplay

Existem muitas maneiras pelas quais os fãs têm demonstrado seu apoio e apreço às obras da cultura pop. Talvez uma das mais explicitas e populares nos dias atuais seja o cosplay. Contração das palavras em inglês costume (traje/fantasia) e play / roleplay (brincadeira, interpretação), o cosplay é um hobby que consiste em fantasiar-se de personagens oriundos, em geral, de quadrinhos, games e desenhos animados japoneses. A prática do cosplay também engloba personagens pertencentes ao vasto universo do entretenimento, como filmes, séries de TV, livros e animações de outros países. Em menor escala há aqueles que caracterizam-se como figuras históricas ou de criações originais.
Uma das principais características do cosplay é que o praticante além de criar os trajes, também interpreta o personagem caracterizado, reproduzindo os traços de personalidade como postura, falas e poses típicas. O hobby costuma ser praticado em eventos que reúnem fãs desse universo, como convenções de anime e games.

Aos olhares desavisados a brincadeira pode parecer um tanto excêntrica, muitas vezes retratada de forma indevida e repleta de esteriótipos sobre o perfil daqueles que a praticam. No entanto basta conhecer esse universo mais a fundo para perceber que seus praticantes revelam-se pessoas comuns, que tem um dia-a-dia tão normal quanto qualquer outro. O que os diferencia no entanto, é sua capacidade de trazer para a realidade momentos e figuras do mundo da fantasia e ficção que causam tanto fascínio entre o público. Longe de serem reclusos e isolados, os adeptos do cosplay mostram-se, em geral, altamente sociáveis; ao contrário de uma atividade meramente escapista, a prática do cosplay exige preceitos sólidos e concretos, como organização, capacidade de superar desafios, explorar a criatividade e o potencial artístico nas caracterizações.

Nenhum comentário:

Postar um comentário